domingo, fevereiro 26, 2012

Oscars 2012 :: Melhores Filmes

Como é óbvio, existem sempre filmes que gosto mais, outros que gosto menos, alguns são um 7/10, outros são 4, e outros são pura e simplesmente nota 10. Eu acredito na perfeição, acredito que um filme pode atingir um estatuto de "era impossível fazer melhor". Filmes como Fight Club, 2001: A Space Odyssey ou Lock Stock and Two Smoking Barrells são dos filmes que vejo sempre com a mesma satisfação como se fosse a primeira vez. Este ano voltaram a haver excelentes filmes. Como já tinha dito antes, foi um belo ano em filmes.

Top 10' 2012:
1º - Uma Separação (2011)
2º - Paradise Lost 3: Purgatory (2011)
3º - Cavalo de Guerra (2011)
4º - Warrior - Combate Entre Irmãos (2011)
5º - A Invenção de Hugo (II) (2011)
6º - Millennium 1 - Os Homens Que Odeiam as Mulheres (2011)
7º - O Artista (2011)
8º - Meia-Noite em Paris (2011)
9º - Os Descendentes (2011)
10º - A Árvore da Vida (2011)



Os meus palpites para logo:
Oscars' 2012 :: Best Performance by an Actor in a Leading Role
Oscars' 2012 :: Best Writing, Adapted Screenplay
Oscars' 2012 :: Best Performance by an Actor in a Supporting Role
Oscars' 2012 :: Best Writing, Screenplay Written Directly for the Screen
Oscars' 2012 :: Best Documentary, Features
Oscars' 2012 :: Best Performance by an Actress in a Supporting Role
Oscars' 2012 :: Best Performance by an Actress in a Leading Role
Oscars' 2012 :: Best Achievement in Directing
Oscars' 2012 :: Best Motion Picture of the Year

Oscars' 2012 :: Best Motion Picture of the Year


Best Motion Picture of the Year

O Artista (2011): Thomas Langmann
Os Descendentes (2011): Jim Burke, Alexander Payne, Jim Taylor
Extremamente Alto, Incrivelmente Perto (2011): Scott Rudin
As Serviçais (2011): Brunson Green, Chris Columbus, Michael Barnathan
A Invenção de Hugo (2011/II): Graham King, Martin Scorsese
Meia-Noite em Paris (2011): Letty Aronson, Stephen Tenenbaum
Moneyball - Jogada de Risco (2011): Michael De Luca, Rachael Horovitz, Brad Pitt
A Árvore da Vida (2011): Sarah Green, Bill Pohlad, Dede Gardner, Grant Hill
Cavalo de Guerra (2011): Steven Spielberg, Kathleen Kennedy

Perante o grande galardão da noite, tal como já tinha referido no melhor realizador, tudo está inclinado para "O Artista". Não me vou estar a repetir muito mais sobre o que já escrevi durante estes posts, sendo que o filme francês tem tudo para confirmar todo o hype criado em torno de si. Mas quero também referir alguns aspectos sobre esta lista de nomeados, acima de tudo sobre aqueles que não tem mérito suficiente para estar neste leque e aqueles que foram injustamente postos de parte. "Extremamente Alto, Incrivelmente Perto" é talvez o nomeado que mais surpreendeu e que mais críticas tem originado perante a sua escolha. O filme é bom, mas deixar de fora filmes como "A Separação" ou TGWTDT perante o filme de Stephen Daldry só pode ser uma piada de mau gosto. Outro pormenor que não aprovo de maneira nenhuma é o número de nomeados ser tão grande. Este ano tivemos 9 nomeados, no ano anterior havia 10. Penso que haveria mais lógica em manter as mesmas 5 vagas para este prémio, tal como a maioria das outras categorias. Isto é apenas publicidade grátis. Portanto, na minha opinião, filmes como "Moneyball", "Cavalo de Guerra", "Extremamente Alto, Incrivelmente Perto" e até mesmo "As Serviçais" são filmes que poderiam perfeitamente ter ficado de fora deste prémio. De qualquer forma, olhando para esta lista, "O Artista" surge como o grande favorito, com "Os Descendentes" ou "A Invenção de Hugo" a serem os únicos a ainda aspirar. São definitivamente 3 dos melhores filmes do ano, cada um à sua maneira. Mais um belo ano de filmes. Vemo-nos em 2013.

Palpite:  O Artista (2011): Thomas Langmann

Oscars' 2012 :: Best Achievement in Directing


Best Achievement in Directing

Woody Allen for Meia-Noite em Paris (2011)
Michel Hazanavicius for O Artista (2011)
Terrence Malick for A Árvore da Vida (2011)
Alexander Payne for Os Descendentes (2011)
Martin Scorsese for A Invenção de Hugo (2011/II)

Este prémio estará, quase de certeza, de mãos dadas com o prémio de melhor filme. Portanto quem realmente se distinguir na realização será um justo vencedor ao oscar de melhor filme do ano. Aconteceu quase sempre nos últimos anos, sendo que temos de voltar a 2006 para ver uma gala dos oscars onde o filme vencedor na realização não foi o melhor filme do ano (Ang Lee melhor director e Colisão melhor filme). Sobre os 5 filmes/realizadores, está tudo muito inclinado para Michel Hazanavicius e o seu "O Artista". Nenhum dos outros filmes conseguiu atingir a magnitude e a simpatia da crítica como o filme francês. Numa visão mais pessoal, qualquer um dos 5 filmes está muito bom, Woody Allen, tal como já disse, arrancou o seu melhor filme de sempre; Alexander Payne esteve muito forte em "Os Descendentes" e tirou de Clooney um dos melhores papéis da sua carreira; Terrence Malick foi talvez demasiado ambicioso e não conseguiu explorar bem o conceito que tentou aplicar em "A Árvore da Vida" (nem todos são Kubrick), mas no entanto figura na minha lista de filmes favoritos do ano; e por fim Scorcese, um daqueles realizadores que já fazem parte da mobília, aventurou-se no 3D e com "A Invenção de Hugo", preencheu ainda mais um currículo que mete inveja a qualquer um. Qualquer um dos 5 realizadores esteve muito bem, muito fortes, mas tudo inclina para "O Artista". Os únicos que ainda podem aspirar serão talvez Payne e Scorcese. Mas não consigo imaginar outro vencedor que não Michel Hazanavicius.

Palpite:  Michel Hazanavicius for O Artista (2011)

Oscars' 2012 :: Best Performance by an Actress in a Leading Role


Best Performance by an Actress in a Leading Role

Glenn Close for Albert Nobbs (2011)
Viola Davis for As Serviçais (2011)
Rooney Mara for Millennium 1 - Os Homens Que Odeiam as Mulheres (2011)
Meryl Streep for A Dama de Ferro (2011)
Michelle Williams for A Minha Semana Com Marilyn (2011)

Esta é outra das categorias em que existe uma grande incógnita sobre uma possível vencedora. Depois de todo o hype criado à volta de Meryl "Margaret Thatcher" Streep e das vitórias nos Bafta e nos Golden Globes, naturalmente Meryl surge como a grande favorita. Muito por culpa também da história e do legado que já possuí em Hollywood: estamos a falar da actriz recordista de nomeações, com 17, sendo que apenas por 2 vezes a actriz conseguiu vencer a estatueta. Mas o filme tornou-se um fiasco, a imprensa está com críticas duras perante a forma como a antiga líder britânica foi retratada e nem uma representação poderosa de Streep conseguiu aliviar toda a atmosfera ríspida perante o filme. Perante isto, a vitória não pode estar tão certa para Streep, sendo que tanto Close como Davis tem sérias hipóteses de chegar ao oscar. Numa opinião mais pessoal, o prémio teria de ser dado a Glenn Close, uma actriz com uma carreira já bem longa e com papéis memoráveis, mas que obstante isto, arranca em "Albert Nobbs" a sua melhor representação de sempre. Mas ofuscando as 2 veteranas e surgindo como uma possível vencedora está Viola Davis em "As Serviçais". Davis já me havia "conquistado" em Doubt, onde com apenas um diálogo simplesmente roubou o show (curiosamente com Meryl Streep). Temos então uma fervorosa luta a 3, onde as odds mais recentes dão a vitória a Davis, os prémios anteriores dão a Streep e, caso haja justiça, a qualidade de representação dará a vitória a Close. Quanto às outras 2 nomeadas, Michelle Williams e Rooney Mara são actrizes fabulosas, sendo que esta última arranca um papel estupendo em TGWTDT. Mas, tal como disse, esta é uma luta a 3. Um dos prémios mais imprevisíveis da noite.

Palpite:  Glenn Close for Albert Nobbs (2011)

Oscars' 2012 :: Best Performance by an Actress in a Supporting Role


Best Performance by an Actress in a Supporting Role

Bérénice Bejo for O Artista (2011)
Jessica Chastain for As Serviçais (2011)
Melissa McCarthy for A Melhor Despedida de Solteira (2011)
Janet McTeer for Albert Nobbs (2011)
Octavia Spencer for As Serviçais (2011)

Aqui começa todo o poder de "As Serviçais", com 2 nomeações para melhor actriz secundária. De facto, ao mesmo nível de Precious e até Dreamgirls, "As Serviçais" contêm um conjunto de excelentes representações que justificam todo este hype em torno de si. Começando pelas 2 "Serviçais", Octavia Spencer simplesmente "steals the show". Fantástica e explosiva, ao lado duma não menos brutal Viola Davis. Quanto a Jessica Chastain, também está muito bem, dando ainda mais vida a um filme muito bom bom. Olhando então para as restantes nomeadas, sou obrigado a dar igual destaque Bérénice Bejo, onde está linda de morrer em "O Artista". A actriz da Argentina está divinal, ao lado de Jean Dujardin. Quanto às outras 2, na minha opinião, não tem grandes chances em pensar em vencer o oscar. Janet McTeer está muito bem ao lado de Glenn Close, já Melissa McCarthy está pura e simplesmente a mais nesta categoria. Tenho a certeza que arranjariam outra representação bem mais conseguida do que esta. Quanto à possível vencedora, só consigo ver uma disputa a 2, no máximo 3: Octavia Spencer e Bérénice Bejo, com Jessica Chastain à espreita. Aposto na serviçal.

Palpite:  Octavia Spencer for As Serviçais (2011)

Oscars' 2012 :: Best Documentary, Features


Best Documentary, Features

Hell and Back Again (2011): Danfung Dennis, Mike Lerner
If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front (2011): Marshall Curry, Sam Cullman
Paradise Lost 3: Purgatory (2011): Joe Berlinger, Bruce Sinofsky
Pina (2011): Wim Wenders, Gian-Piero Ringel
Undefeated (2011): Daniel Lindsay, T.J. Martin, Rich Middlemas

Sempre fui fascinado por documentários. Sobre qualquer tema. Acredito que um documentário tenta sempre manter o lado mais cru duma história, tentando nunca recriar um argumento mais plausível e mais agradável para mostrar ao espectador. Os factos são sempre a prioridade, sem qualquer tipo de adorno, sem qualquer tipo de tretas. Este ano voltámos a ter excelentes documentários, sobre os mais variados temas. Infelizmente não consegui ver o documentário "Undefeated", sobre uma equipa de futebol americano. Tentarei vê-lo no futuro. Quanto aos restantes 4, tenho uma opinião bem formada sobre qualquer um deles. Começando pelo "Hell and Back Again", documentários sobre guerra do Afeganistão / Iraque não são novidade, tornando o tema quase cliché. No ano passado tivemos o "Restrepo", que retratava o cenário dentro da guerra, não olhando para a componente pós-traumática que este "Hell and Back Again" mostra. O documentário é centrado num único soldado e na sua experiência na guerra e, após ter sido ferido, fora da guerra, lidando com PSTD e com todas as consequências disso. O segundo documentário, "If a Tree Falls", é sobre ELF, um grupo de activistas que foram autores de vários incidentes (não vou chamar terroristas, vejam o documentário e façam os vossos julgamentos) contra várias empresas que danificassem a natureza para lucro. O realizador centra a acção num dos membros, Daniel McGowan, que neste momento está a cumprir pena após ter sido traído por um dos seus colegas da ELF. "Pina" é um tributo à coreógrafa recentemente falecida Pina Bausch, expondo várias sequências inspiradas no tipo de dança criado pela alemã. Um bonito tributo, mas nada mais que isso, visto que todo o documentário é composto por sequências bastante longas de dança, tornando-se completamente enfadonho e aborrecido. Por fim, "Paradise Lost 3: Purgatory" é a terceira parte dos documentários produzidos pela HBO sobre o West Memphis 3, os 3 rapazes, hoje homens, que foram acusados da morte de 3 crianças em 1993. É o culminar da luta de 3 homens alegadamente culpados, mas a quem nunca foi apresentada provas conclusivas da sua responsabilidade dos crimes. O documentário termina com a libertação, após mais de 16 anos, dos 3 homens.
Numa apreciação global, "Paradise Lost 3: Purgatory" é o meu favorito, a milhas. Não conhecia a história, não conhecia o tamanho impacto que este crime teve na sociedade americana, não conhecia a comunidade que foi criada em defesa do West Memphis 3, não conhecia nada sobre este caso. O documentário fascinou-me e simplesmente prendeu-me do princípio ao fim. Coisa que nenhum dos outros conseguiu fazer. O documentário sobre a ELF é bastante interessante, mas não tem a assertividade e a força de argumentação que foi obtida em Paradise Lost. "Hell and Back Again" está bem conseguido, mas demasiado cliché, já existem vários documentários sobre o tema. Quanto a "Pina", o único que poderá rivalizar com "Paradise Lost 3: Purgatory", é demasiado centrado numa expressão visual e no tributo à coreógrafa alemã, tornando a 1h30 de duração quase um tormento para quem não é fã de dança expressiva.

Palpite:  Paradise Lost 3: Purgatory (2011): Joe Berlinger, Bruce Sinofsky

Oscars' 2012 :: Best Writing, Screenplay Written Directly for the Screen


Best Writing, Screenplay Written Directly for the Screen

O Artista (2011): Michel Hazanavicius
A Melhor Despedida de Solteira (2011): Kristen Wiig, Annie Mumolo
O Dia Antes do Fim (2011): J.C. Chandor
Meia-Noite em Paris (2011): Woody Allen
Uma Separação (2011): Asghar Farhadi

E começa a haver disputa a sério. Estamos aqui perante 3 dos melhores filmes e que são fortíssimos candidatos a levar esta estatueta: Uma Separação, O Artista e Meia-Noite em Paris. Quanto a "O Dia Antes do Fim" e "A Melhor Despedida de Solteira", são 2 filmes que podem-se dar por contentes por terem sido reconhecidos como elegíveis para esta disputa. Nem um nem o outro tem qualidade suficiente para estar aqui. Falando então dos 3 filmes que referi inicialmente, qual deles o melhor: "Meia-Noite em Paris" é capaz de ser o melhor filme de Woody Allen, uma história fabulosa sobre toda a mística e magia de Paris; "O Artista", como já referi anteriormente, é uma lufada de ar fresco no cinema contemporâneo, uma linda história recriando o choque do aparecimento do cinema falado, um autêntico tributo ao cinema mudo e ao legado que este deixou para as gerações seguintes; e por fim, "Uma Separação", uma fantástica, volto a repetir, fantástica história passada no Irão sobre os conflitos dentro duma família e todas as consequências que irão atormentar após um incidente envolvendo uma criada. Todos 3 são fabulosos, todos 3 merecem ser reconhecidos. Se tivesse de haver uma escolha pessoal, provavelmente iria inclinar para "Uma Separação", sendo que é talvez o meu filme de 2012. Mas devido ao impacto que provocou e à aceitação que teve por parte da crítica, juntando os vários prémios já conquistados, sou obrigado a dar a minha aposta em "Meia-Noite em Paris".

Palpite:  Meia-Noite em Paris (2011): Woody Allen

Oscars' 2012 :: Best Performance by an Actor in a Supporting Role


Best Performance by an Actor in a Supporting Role

Kenneth Branagh for A Minha Semana Com Marilyn (2011)
Jonah Hill for Moneyball - Jogada de Risco (2011)
Nick Nolte for Warrior - Combate Entre Irmãos (2011)
Christopher Plummer for Assim é o Amor (2010)
Max von Sydow for Extremamente Alto, Incrivelmente Perto (2011)

Esta é capaz de ser a categoria onde o vencedor está praticamente anunciado: Christopher Plummer. O caso não é para menos: o veterano "Captain Von Trapp" está fabuloso em "Assim é o Amor", ao representar um recém-viúvo que finalmente tem a liberdade de se afirmar como homossexual. Todo o filme está muito bom e foi uma bela surpresa. E este prémio serve quase como um prémio carreira para o actor de 82 anos. Quanto aos outros nomeados, gostei particularmente de Nick Nolte em Warrior, sendo que sou capaz de ter ficado mais fascinado com o bad boy do que propriamente com Plummer. Nolte volta assim a arrancar mais uma excelente representação. Quanto aos restantes 3, Kenneth Branagh esteve em bom nível, Jonah Hill ainda não tem calibre para andar nestas andanças e Max von Sydow é capaz de ser o chamado "nomeado WTF", sendo que não só não tem uma fala durante o "Extremamente Alto, Incrivelmente Perto", como a sua representação pareceu-me completamente banal. Aqui só poderiam haver 2 vencedores, na minha opinião: Nolte ou Plummer. E será este o vencedor, tenho 99% de certeza.

Palpite:  Christopher Plummer for Assim é o Amor (2010)

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Oscars' 2012 :: Best Writing, Adapted Screenplay


Best Writing, Adapted Screenplay

Moneyball - Jogada de Risco: Steven Zaillian (screenplay), Aaron Sorkin (screenplay), Stan Chervin (story)
Nos Idos de Março: George Clooney, Grant Heslov, Beau Willimon
A Invenção de Hugo: John Logan
A Toupeira: Bridget O'Connor, Peter Straughan
Os Descendentes: Alexander Payne, Nat Faxon, Jim Rash

Desde já devo dizer que não li qualquer livro ou guião ou que seja que tenha sido a inspiração para estes 5 filmes. Por isso, a minha opinião neste Oscar não passará de mais uma opinião sobre a qualidade do filme propriamente dito e não sobre o quão fiel é em relação à obra original em que foi inspirado. Temos então 5 bons filmes, com particular destaque para a presença de George Clooney e o seu "Nos Idos de Março". Um filme com um elenco brutal, mas que, na minha opinião, não chega para sequer suspirar ao galardão. Penso que o grande favorito e o natural vencedor é "Os Descendentes", uma história muito boa, com boas representações e inquestionavelmente o filme destes 5 que conseguiu ser mais emotivo e mais bem conseguido, onde Clooney é capaz de arrancar a melhor representação da vida dele. E o único que poderá sequer pensar em rivalizar com Alexander Payne será mesmo o argumento de Sorkin e Zaillian, com o "Moneyball". Um filme muito bom sobre uma história verídica passada no baseball. Os dados estão lançados entre esses 2 filmes. Tanto "Hugo" como "A Toupeira" podem esquecer vencer este prémio, enquanto que "Nos Idos de Março", como já tinha dito, bem pode-se dar por contente por estar nomeado.

Palpite:  Os Descendentes: Alexander Payne, Nat Faxon, Jim Rash

domingo, fevereiro 19, 2012

Oscars' 2012 :: Best Performance by an Actor in a Leading Role


Best Performance by an Actor in a Leading Role

A Better Life: Demián Bichir
Os Descendentes: George Clooney
O Artista: Jean Dujardin
A Toupeira: Gary Oldman
Moneyball - Jogada de Risco: Brad Pitt

Começa a minha semana de reviews para os Oscars 2012. À medida que vou vendo os filmes, vou tentando dar a minha opinião sobre quem será o possível vencedor e quem seria o vencedor in my book. Começo pelo prémio de melhor actor do ano, em que temos representações muito fortes, muito coesas. Desde logo, não posso deixar de começar com o grande fenómeno do ano "O Artista" e o não menos fenomenal Jean Dujardin. Olhando para o leque dos filmes seleccionados, o actor francês parte com clara vantagem sobre todos os outros. "O Artista" é um dos melhores, senão mesmo o melhor filme do ano, superiorizando-se aos restantes 4 filmes. Uma lufada de ar fresco com uma viagem no tempo, até aos gloriosos anos do cinema mudo e da mudança drástica que afectou os actores de outrora com a chegada do cinema falado. Jean Dujardin está simplesmente fabuloso, levando o entretenimento do cinema mudo ao ponto mais extremo, brilhando a cada momento que aparece na tela, mesmo naqueles momentos mais negros do filme. Mas claro, o francês não tem a estatueta garantida. Clooney surge poderosíssimo no "Os Descendentes", numa das representações mais bem conseguidas do actor americano. E é, a meu ver, o único que poderá rivalizar com Jean Dujardin, sem querendo retirar mérito aos restantes 3 actores. Mas nem o GM Brad Pitt nem o ex-KGB Gary Oldman tem o necessário para chegar lá. Ambos já tiveram melhores filmes e melhores performances. Considero-os fantásticos actores, mas ainda não é desta que chegam lá. Quanto ao outsider Demián Bichir, é um grande prémio para este filme independente que retrata a situação dramática da imigração ilegal nos EUA. O mexicano está muito forte, na, talvez, representação mais "verdadeira". Esta nomeação faz obviamente relembrar Richard Jenkins em "The Visitor", que também conseguiu amealhar uma nomeação em 2009. Mas, como já disse, esta é uma luta a 2 e Demián apenas se pode contentar com a nomeação.

Portanto, em conclusão: é uma luta a 2. Clooney contra Dujardin. E apesar de Clooney estar excelente no "Os Descendentes", a estatueta deve ir parar ao francês.

Palpite:  O Artista: Jean Dujardin

sábado, fevereiro 04, 2012

Road to the Oscars 2012


Ai está: estou decidido a reabilitar este blog, onde não posto nada há quase 3 anos. E que tal aproveitar a Road to the Oscars 2012? Comecei entretanto a ver os filmes nomeado e irei entretanto lançar algumas reviews e alguns palpites sobre o que irá acontecer no dia 26 de Fevereiro.

Até lá.

domingo, setembro 13, 2009

O Futuro, Pt. 02

Ora viva. Há imenso tempo que não escrevia no blog, muito por culpa de desleixo, falta de vontade e até mesmo falta de conteúdos para colocar aqui. No entanto, tendo em conta a data que foi assinalada ontem, julgo que é uma boa altura para desabafar mais um bocadinho. Pegando no tema inevitável já analisado neste post, novamente revi footage do que aconteceu no 9/11. E fui à pesca de mais "provas", de mais evidências.

Primeiro que tudo, queria dar a minha opinião sobre como foi o 11 de Setembro de 2009. Inexplicavelmente, foi um dia que passou despercebido. Eu tinha completa noção da data mas a ausência de destaque na imprensa assustou-me imenso. Estará esquecido o caso que marca o século XXI até este momento? Confesso que fiquei um bocado assustado. Outra coisa que me deixou incrédulo é que as pessoas não tem capacidade de argumentar, de pensar 5 minutos sobre tudo isto. Confesso que sou um claro defensor que o 911 foi apenas mais uma etapa de um plano muito bem organizado, mas as pessoas continuam a crer na velha história do homem das cavernas. Irrisório.

Bem, voltando ao tema, eu já tinha alegado que o 11 de Setembro havia sido uma manobra de diversão para uma "guerra" contra os países do Médio Oriente, neste caso Afeganistão e Iraque. Sem surpresa, continuo crente nessa teoria. Desta vez, em vez de falar novamente em motivos, que tal analisar os plot holes que deixaram "escapar" no dia 11 de Setembro de 2001. Vamos começar por etapas:

- Às 8.46 da manhã, o voo 11 embate contra a Torre Norte do WTC, causando uma grande explosão. 18 minutos mais tarde, o voo 175 embate na Torre Sul do WTC. Esta torre fica em chamas durante cerca de meia-hora, até que desmorona-se por completo. O mesmo destino teve a Torre Norte. A causa oficial para o desmoronamento das torres é que o fogo causado pelo combustível dos aviões enfraqueceu o aço de modo a que os edifícios se desmoronassem. Agora, a minha análise:
- A ser verdade, é a PRIMEIRA VEZ em toda a história que um edifício desmorona-se praticamente em queda livre devido a um incêndio. A história prova que, em várias situações, vários arranha-céus ficaram em chamas durante muito mais tempo que o WTC e ainda estão de pé nos dias que correm.
- Realcem neste pormenor: queda livre. Como pode um edifício com mais de 415 metros cair em queda livre devido a um incêndio? A física não mente. Se um objecto fosse lançado do topo do WTC, chegaria ao solo passados 8/10 segundos. Se não me falha a memória, uma das torres demorou cerca de 15 segundos, a outra 22 segundos.
- Pegando então na teoria que deixei atrás, voltem a ver as imagens dos prédios a ruir. São notórias as pequenas implosões em zonas completamente distintas, mesmo durante o desmoronamento. E que dizer das testemunhas? Há uma gravação de um report de um bombeiro que estava no 78º andar de da Torre Norte. Primeiro que tudo, como ele terá chegado tão longe, não se sabe. Se o caos era assim tão gigante, o bombeiro e a equipa não teriam chegado tão longe e nem dava a entender que o fogo era passível de ser controlado. E mais, ele ainda dá conta que inúmeras explosões estão a ocorrer constantemente.

Ring a Bell? É mais que óbvio que os 2 prédios, mais o WTC 7 (esse falo mais tarde), estavam munidos de uma gigante teia de explosivos, estrategicamente colocados, de modo a enfraquecer a estrutura do edifício para tornar possível a demolição total. A footage mostra tudo, as testemunhas dizem tudo.


Vamos agora falar do caso do Pentágono. Facto Oficial: Às 9:37, o voo 77, depois de ter sido desviado e de ter feito uma viragem quase impossível de 270º, embate no Pentágono.
Este consegue ser o mais estúpido de todos. Expliquem-me para já uma coisa: Como é possível reconhecer 184 dos 189 mortos e o avião, um boeing 757, ter evaporizado totalmente?
Expliquem-me também porque é que o único dano visível no Pentágono é um buraco, que atravessou os 5 anéis interiores do edifício? Porque é que todas as cassetes de vigilância de hotéis e bombas de gasolina próximas foram confiscadas minutos depois? Resumindo: Nada, mesmo nada indica que o que embateu no Pentágono foi um avião. PERIOD.


Bem, e agora vamos falar do infame Flight 93. Este é, para mim, o mais complicado de entender e mais perturbador. Facto Oficial: Por volta das 10:03, o voo 93, igualmente um boeing 757, despenha-se em Shanksville, Pennsylvania. A história oficial relata que os passageiros, num acto heróico, conseguiram dominar os sequestradores e despenharam o avião antes de chegar ao alvo, que seria a Casa Branca, segundo se consta. Engraçado que também ouvi uma versão de que o avião teria sido abatido pelos caças F-16... Quanto aos caças, eu já falo deles.
Ok, um avião despenhou-se. Então expliquem porque é que não há qualquer tipo de vestígio do voo 93? Novamente, a história oficial relata que o avião evaporou devido ao intenso fogo. Novamente, isso é uma mentira pegada. A verdade é que nada indica um acidente e, segundo acredito, nenhum avião se despenhou em Shanksville. E mais, toda a comunicação social foi apanhada naquela farsa. Médicos legistas garantem que não viram nada que indicasse um acidente de avião, nem qualquer tipo de cadáver. Repórteres indicam a mesma coisa. Novamente, é mais areia para os olhos.


Em suma, é quase confiante garantir que: o WTC ruiu devido a uma demolição controlada; o quer que tenha embatido no Pentágono não foi um avião; e por fim, o quer que se tenha despenhado em Shanksville não foi o Flight 93. Qualquer um dos eventos de 11 de Setembro de 2001 foram planeados com precisão impressionante. Uma jogada de pura diversão, de modo a criar um motivo para entrar em mais um conflito militar. Deixaram, no entanto, todos estes plot holes que nos deixam a pensar. Muito.


Deixei algumas pontas soltas durante o texto todo. Vou tentar dar a minha visão sobre qualquer um deles.
Primeiro, o WTC7. Lembrem-se que este edifício de 47 andares não sofreu qualquer embate. A história oficial é que o desmoronamento da Torre Norte fez com que houvesse um intenso incêndio no WTC7. De facto, haviam alguns incêndios no edifício, que se alastravam num número considerável de andares. Mas então expliquem-me as sucessivas explosões no WTC7, antes da Torre Norte se ter desmoronado? Devo lembrar que o átrio, de qualquer uma das torres e do WTC7, estavam completamente destruídos, bem antes das torres desmoronarem-se. Para mais consulta sobre este caso, pesquisem sobre Barry Jennings, uma testemunha diria bastante credível, que convenientemente corre o rumor que faleceu.

Segundo, os caças F-16. Ora, este é outro pormenor incrivelmente perturbador. A FAA deu conta que 4 aviões estavam desviados e comunicou a NORAD. Em condições normais, se o avião mantivesse o transponder desligado durante mais 1 minuto, a NORAD autorizava a saída de caças para tentar averiguar a situação. A NORAD, por sua vez, tinha... preparem-se... 3 caças (?!) disponíveis para defender o país. Será coincidência que toda a força aérea dos Estados Unidos estavam em intensos exercícios durante aquele particular dia? E mais, exercícios que simulavam situações em tudo semelhantes às que ocorreram no WTC e Pentágono? Chegou a uma situação em que a NORAD não teve capacidade de resposta, muito por culpa da confusão que gerou em não conseguir distinguir as situações de exercício com as a sério. Diria que isto é impressionante.

Quanto aos aviões... Efectivamente, tudo indica que o primeiro voo que embateu na Torre Norte era de facto o 11. No entanto, várias testemunhas e uma análise mais pormenorizada ao 2º avião, indica que dificilmente aquele seria um avião comercial. Muitos apontam o 2º avião para um avião militar. Esta é uma tese difícil de provar. Vamos partir do pressuposto que era de facto o voo 175.
Quanto aos outros 2? Hmm... O voo 77, que embateu no Pentágono (?), não faço ideia do que terá acontecido. Quanto ao voo 93, existe uma teoria sobre o seu paradeiro.


Já escrevi inúmeras teorias em que acredito, provadas por imensa gente, que recusam-se a calar. A esperança destes "revoltados" é que, um dia, toda a história será revelada. Todo o plano irá por água abaixo. E a verdade é que cada vez mais testemunhas credíveis estão a desaparecer. Isto não pode ser coincidência. Temos o caso recente de Aaron Russo, o realizador de Trading Places, que manteve uma amizade próxima com um dos Rockafeller. Este confessou-lhe alguns dos planos que estavam agendados para o futuro. Isto passou-se 11 meses antes do 9/11. Convenientemente, Aaron Russo faleceu.

Abram os olhos. Estamos a ser manipulados por uma "onda de terror" inventada pela imprensa e pelo governo norte-americano. Podemos mudar isto. Yes We Can.

quinta-feira, junho 04, 2009

AC/DC @ Estádio Alvalade

Há pouco a dizer sobre o que se passou ontem no Estádio Alvalade XXI. Simplesmente o melhor concerto de sempre, ultrapassando qualquer um que tenha visto no passado. Memorável. Para sempre.
















sábado, maio 23, 2009

FADE IN - God Is An Astronaut + The All Star Project

Ora vida. Já há imenso tempo que não postava nada aqui no blog e está na altura de reanimar o Dead Underground.

Hoje tive talvez a maior surpresa do ano. Fui novamente ao teatro Miguel Franco, no âmbito do Fade In Festival (já tinha ido no ano passado ver Michael Gira), para desta vez ver os God Is An Astronaut. Uma banda irlandesa com sonoridades centradas no rock progressivo e no post-rock. Uns "descendentes" dos Sigur Rós e, acima de tudo, de Mogwai.

A primeira parte esteve ao cargo dos leirienses The All Star Project. Uma banda bem interessante, diga-se de passagem. Tal como os GIAA, totalmente instrumental e completamente virados para o progressivo. Uma sonoridade bem pesada, com 3 guitarras a darem ainda mais potência ao som da banda. Foram muito bem recebidos pelo público e tiveram um bom desempenho.

Os GIAA.. quanto a esses, entraram a matar. Um cenário completamente simples, 3 rapazes que pareciam estar com roupa de turista (calçãozinho e sandália), e uma vontade enorme de mostrar serviço. Com Shadows, do novo álbum, a abrir, os GIAA deram início a uma actuação fantástica, irrepreensível, magnífica. A intensidade com que executaram cada música fez arrepiar a sala, completamente cheia. Foram todas as músicas simplesmente belas, sem nunca precisar de um verso. Aliás, a magia dos GIAA está ai mesmo. A música consegue ser tão forte e tão emocional que evita qualquer contacto verbal. A melodia "toca-nos". É um facto.

Os grandes momentos, bem esses foram muitos. Pessoalmente achei que Tempus Horizon, Echoes, Radau, Zodiac, Route 666 (esta MAGNÍFICA) e depois os 2 encores, com uma Fire Flies and Empty Skies simplesmente demolidora e arrepiante e um fecho, já com um segundo encore, com The End of the Beggining a terminar em beleza.

Certamente um dos melhores concertos que já vi até hoje e inquestionavelmente o melhor que vi este ano, até agora. Entretanto, irei colocar no youtube alguns vídeos do concerto de hoje.

Até lá, fiquem com a set list:

Shadows
All is Violent, All is Bright
Tempus Horizon
From dust to the beyond
Fragile
Echoes
Radau
A Moment Of Stillness
Zodiac
Far From Refuge
Snowfall
Suicide By Star
Route 666

Encore 1
A Deafening Distance
Fire Flies And Empty Skies

Encore 2
The End Of The Beginning (extended version)

sábado, abril 04, 2009

Festivais de Verão: Cartazes

FESTIVAL HERE AND NOW
Pavilhão Atlântico, Lisboa, 29 de Maio
Kim Wilde, Rick Astley, Belinda Carlisle, ABC, Curiosity Killed The Cat e Nick Kershaw

FESTIVAL LISBON CALLING
Pavilhão Atlântico, Lisboa, 9 de Junho
The Tubes, Foreigner, Carbon/Silicon

FESTIVAL MED
Centro Histórico de Loulé, Algarve, de 24 a 28 de Junho
Ojos de Brujo

DELTA TEJO
Alto da Ajuda, Lisboa, de 3 a 5 de Julho
3 de Julho - Orishas e Skank
4 de Julho - Deolinda (confirmados); Teresa Salgueiro e Per7ume (anunciados no myspace)

OPTIMUS ALIVE!09
Passeio Marítimo de Oeiras, de 9 a 11 de Julho
9 de Julho: Metallica, Machine Head, Mastodon, Slipknot, Lamb of God, TV On The Radio, Klaxons, Crystal Castles, Erol Alkan e Delphic
10 de Julho: Placebo, The Kooks, Os Pontos Negros, The Ting Tings, Late of the Pier, The Gaslight Anthem, Hadouken!
11 de Julho: Dave Matthews Band, Chris Cornell, Black Eyed Peas, Los Campesinos, Fischerspooner, Trouble Andrew, A Silent Film

SUPER BOCK SUPER ROCK PORTO
Estádio do Bessa, 11 de Julho
Depeche Mode, Nouvelle Vague

SUPER BOCK SUPER ROCK LISBOA
Estádio do Restelo, 18 de Julho
The Killers, Duffy, The Walkmen

FESTIVAL MARÉS VIVAS
Gaia, de 16 a 18 de Julho
17 de Julho: Guano Apes

FESTIVAL COOL JAZZ
10 de Julho - Jazzanova (Cidadela de Cascais) - 30 euros
22 de Julho - Katie Melua (Hipódromo de Cascais) - entre 20 e 50 euros
29 de Julho - James Taylor and Band (Hipódromo de Cascais) - entre 20 e 50 euros

FESTIVAL MÚSICAS DO MUNDO
Castelo de Sines, Julho
25 de Julho - Lee Scratch Perry

FESTIVAL PAREDES DE COURA
Alto Minho, de 29 de Julho a 1 de Agosto
30 de Julho - Franz Ferdinand, Supergrass

FESTIVAL SUDOESTE
Zambujeira do Mar, de 5 a 9 de Agosto
5 de Agosto - David Guetta
6 de Agosto - Buraka Som Sistema, The National, Miss Kittin com The Hacker
9 de Agosto - Lily Allen, Basement Jaxx, Amy Macdonald, Caravan Palace, Third World

FESTIVAL ILHA DO ERMAL
I Acto - de 28 a 30 de Agosto - Sepultura e Obituary

quinta-feira, março 19, 2009

Bruce Springsteen em Portugal


É oficial: Bruce Springsteen vêm mesmo a Lisboa. O concerto deverá realizar-se ou a 14 ou a 16 de Agosto. O local também ainda não está definido: em princípio será no estádio do Restelo ou no estádio Nacional.

Começaram a correr rumores devido ao facto da Presidente da Câmara de Cáceres (Espanha) ter referido que tinha tentado puxar o artista para dar um concerto em Cáceres, mas que o "concerto" em Lisboa impedia isso.

O concerto de Springsteen em Lisboa marca um regresso do Boss a solo nacional 16 anos depois de ter tocado no Estádio de Alvalade. A actuação servirá para apresentar o novo álbum Working on a Dream .

Em tempos de crise, os concertos parecem ser cada mais e melhores. Este é já, na minha opinião, o melhor ano de sempre. Parabéns às nossas promotoras.

Elton John Em Portugal


O músico inglês toca no Estádio do Restelo, em Lisboa, a 27 de Junho.

É o regresso do cantor britânico, que apresentou-se em Portugal pela primeira vez na edição de 1971 do Festival Vilar de Mouros, tendo regressado ao nosso país em 1992, para actuar no Estádio de Alvalade.

quarta-feira, março 18, 2009

Videos do Priest Feast @ Pav. Atlântico

TESTAMENT






MEGADETH










JUDAS PRIEST











Priest Feast: Breve Resumo

Ora meus amigos, o que posso dizer? Basta resumir a coisa numa frase: Partiram a loiça toda.

TESTAMENT

Ainda não conheço. Hei de actualizar.

Mas que grande concerto. Que grande espectáculo. Foi uma pena ter sido tão pequenino, mas as condições assim o obrigaram. Tivemos mesmo assim fantásticos momentos, com destaque pessoal para Over the Wall, The New Order e Practice What You've Preached. As malhas do novo álbum também estiveram em grande.


MEGADETH

Sleepwalker
Wake Up Dead
Take No Prisioners
A Tout Le Monde
Skin O' My Teeth
She-Wolf
Darkest Hour
Symphony of Destruction
Sweating Bullets
Hangar 18
Peace Sells
Holly Wars


Explosivo. Fantástico. Dave Mustaine e companhia arrecadaram o melhor público da noite, e num autêntico recital de clássicos, a banda deu um concerto consistente e sempre com grande garra e velocidade. Adorei a Hangar 18, adoro esta música. Take no Prisioners, Skin O'My Teeth, Darkest Hour, enfim... foi tudo excelente. Holy Wars foi o som mais headbanging da noite, um autêntico hino do trash metal. Mas foi Peace Sells que rebentou tudo, a verdadeira música Megadeth, é aquela que me levou ao trabalho desta banda e foi uma emoção muito forte gritar bem alto esta fantástica letra. Foi também bastante emocionante cantar com toda a gente a Tout Le Monde.

JUDAS PRIEST

Setlist utilizada em Dublin

Quando começaram, a fasquia estava incrivelmente alta. Tanto Testament como Megadeth, acima de tudo estes últimos, tinham dado fantásticos concertos. Mas Halford e companhia não se deixaram por rogados, arrancando a melhor actuação da noite. Enfim, se Megadeth tinha sido clássico atrás de clássico, Judas Priest foi o dobro, o triplo, epá... Lindo. Soberbo. Metal Gods, Painkiller, Between the Hammer and the Anvil, Electric Eye, Breaking the Law, Hell Patrol, Devil's Child, Eat me Alive, Rock Hard Ride Free, Sinner, epaaaaaaaaa, um portento. Até às músicas dos mais recentes álbuns, Angel, Death e Prophecy captaram a atenção, sempre com um poder impressionante. O encore deu-nos mais 3 momentos inesquecíveis, com Hell Bent for Leather, Green Manalishi e You've Got Another Thing Coming. Desde Halford, a KK e a Glenn, Ian e Scott, todos tiveram à altura. Reza a lenda que a 13 de Abril de 2005, eu não tive a oportunidade de os ver. Passei o mês seguinte a bater com a cabeça na parede. Ontem, finalmente, o sonho tornou-se realidade. Obrigado Judas Priest.


quarta-feira, março 11, 2009

Não há mais músicas inéditas de Nirvana




Krist Novoselic abre o livro: "Não haverá mais nenhum álbum da banda". Numa entrevista a um jornal de Washington, Kris garantiu que não existem mais músicas inéditas. No entanto, houve uma garantia de que há imensos registos em vídeo e que poderá estar a ser estudada uma maneira de lançar esse trabalho.

Sobre outros assuntos, Kris garantiu que está tudo bem entre ele e Courtney Love, ex-mulher de Kurt, depois de uma acesa disputa sobre os direitos da música You Know You're Right.